Tertúlia nº9: «centro histórico ou parque temático?»

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Quinta-feira, 28 de Março

Celebramos DIA NACIONAL DOS CENTROS HISTÓRICOS com uma reflexão e debate. O mote será dado pela interrogação «Centro Histórico ou Parque temático?» e a conversa será orientada por um excelente painel de convidados: Teresa Ferreira, Michele Cannatà, Nuno Grande e Álvaro Domingues. O acesso, como sempre, é livre. Estaremos na Sala de Vidro do TeCA [Teatro Carlos Alberto, Porto] a partir das 21:00.

CONVIDADOS:

Teresa Cunha Ferreira. Arquitecta pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), doutorada, membro integrado do Centro de Estudos em Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (CEAU-FAUP). Experiência profissional na Direcção Regional de Monumentos e Edifícios do Norte (DREMN) e na “Soprintendenza per i Beni Architettonici e il Paesaggio di Milano” (SBAPMI), entre outras colaborações e projectos. Professor convidado Escola de Arquitectura da Universidade do Minho (2009-13) e na FAUP (desde 2013). Membro do Conselho de Administração do ICOMOS-Portugal.
Álvaro António Gomes Domingues (Melgaço, 1959) é geógrafo, doutorado em Geografia Humana pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, FAUP, onde também é investigador no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo CEAU-FAUP.
Das suas publicações mais recentes, destacam-se: (2012), Vida no Campo, ed. Dafne, Porto. (2010), A Rua da Estrada, ed. Dafne, Porto.
Nuno Grande (Luanda, 1966) Arquitecto, Doutorado pelo Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra, onde lecciona desde 1993. Docente, por extensão de serviço, na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde se licenciou em 1992. Exerceu, na última década, as actividades de programador cultural (Porto 2001, Capital Europeia da Cultura), de curador (Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2007; Bienal de São Paulo, 2007; Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura) e de crítico de arquitectura, com textos publicados em edições nacionais e estrangeiras. O seu trabalho crítico debruça-se sobre a relação entre Cultura, Cidade e Arquitectura, e, mais recentemente, sobre a reconversão programática e a gentrificação social das cidades europeias, face às transformações recentes na cultura urbana contemporânea.
Michele Cannatà (1952) Licenciou-se pelo lstituto Universitario Statale di Architettura di Reggio Calabria (Itália) em 1977. Doutor em “Composizione architettonica e progettazione urbana” em 2009 pela Universidade de Chieti-Pescara Italia, Departamento IDEA. Infrastrutture, Design, Engeneering Architettura. Director do Departamento de Arquitectura da ESAP (Escola Superior Artística do Porto) durante o biénio 2010/2012, sendo docente da mesma desde 1997 e actual diretor do LIA (Laboratório de Investigação em Arquitectura). Desde 1984 trabalha com Fátima Fernandes juntos obtendo numerosos prémios e reconhecimentos pela realização de obras e projectos.As suas obras e projectos encontram-se em publicaçoes monográficas e várias revistas e livros de arquitectura.
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